Fatos & Fotos de viagens - O pastel que não era pastel

 

Na mais longa viagem que fizemos, em setembro de 2008, pela Europa, foram vinte e dois dias de ônibus por cinco países e vinte e cinco cidades, por aí vocês observam a correria que foi e a beleza, no ótimo sentido da palavra, de nossa excursão naquele ano. E, o "mico" escolhido foi logo no primeiro destino, Lisboa, a capital portuguesa, e em dos lugares mais visitados e comentados pelos turistas. 

Nossa guia nos mostrou o centro de Lisboa, andamos pelo Chiado, a Praça do Comércio, conhecemos a Rua Augusta e a famosa estátua de Fernando Pessoa, no famoso café A Brasileira, no Largo do Chiado, e seguimos para Torre de Belém, um dos mais belos e visitados cartões postais de Portugal, e onde provaremos, eu aguardava com ansiedade, o famoso Pastel de Belém, aliás devo confessar que não há melhor salgado que o pastel, me fazia lembrar o Pastel do Vicente, meu avô, também famoso lá em Miracema, minha terra natal. 

Uma fila enorme me aguardava, e Marina me disse, fique na fila e compre pelo menos meia dúzia, estamos com fome. E lá fui eu, conversando com os turistas, aqueles que falavam nossa língua ou não, quase uma hora depois chegou a minha vez de adentrar ao recinto, lotado, e chegando ao balcão não senti cheiro de gordura ou fumaça, apenas um aroma delicioso, parecendo alguém fazendo doces maravilhosos. 

E foi quando percebi que todos saiam com caixinhas pequenas, e eu pensei: - Como é que é este negócio, onde está o pastel de Belém? E pensei alto e o atendente me disse, - É pastel de nata, um doce típico de Portugal. Quantas caixas queres? Como Marima havia pedido seis, e eu pensei que ela soubesse o que era, levei as seis caixinhas, com doze pastéis de nata cada uma, e continuei com uma baita fome e não comi o famoso pastel de Belém por raiva. 

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