Contando Viagens - Península Ibérica
E foi o trajeto mais interessante, mais cultural, mais emocionante e mais fotografado, afinal foram cinco lugares antes de chegar a capital, Lisboa, e conhecemos uma parte de Portugal totalmente voltada para o turismo e que dispensa maiores comentários complementares de quem quer que seja o escritor.
Coimbra, que um dia foi a capital portuguesa, mantém até hoje sua faculdade, desde os anos 1.000 e que até hoje é referência mundial do ensino, além de sua grandiosa biblioteca, também milenar onde se encontram relíquias extraordinárias da literatura mundial. Fátima, o Santuário de Nossa Senhora, que neste local apareceu para os 3 Pastorinhos, em 1917, e que ficou como o grande momento do catolicismo mundial.
Óbidos, uma grande surpresa neste roteiro, um lugar bem conservado e cujas vielas são percorridas por milhares de turistas diariamente em busca daquele licor maravilhoso, Xinxa, que faz a alegria dos comerciantes locais. Antes de chegar a Queluz passamos por uma cidade pequena, mas com muita importância para a história de Portugal, Batalha, cujo nome foi em homenagem às grandes vitórias portuguesas nas guerras que enfrentou, e lá está o corpo do Rei D. João I e do Infante D. Henrique.
Por Queluz apenas uma visita, muito rápida, ao Palácio de Verão da Corte de Portugal e onde está o corpo de D. Pedro I, nosso Imperador, mas por ali ficamos pouco tempo, o cheiro forte dos produtos colocados para conservação do interior do palácio fez com eu e a Celeste, minha irmã, sentíssemos um mal estar e deixamos a visita correr enquanto eu saía para fotografar o entorno do lugar.
Voltamos a Belém, agora para fotos no Monumento aos Navegantes, e para a mana Celeste conhecer o pastel de nata, mais uma a se decepcionar com o doce famoso, mas aceitou melhor do que eu, em 2008, que me recusei até a pegar o pacote dos docinhos no caixa.
Regressamos ao Centro Histórico, andamos pela Rua Augusta e curtimos, à noite, mais um bacalhau à moda portuguesa regada a um vinho, na jarra, da casa e, para fechar, subimos ao Castelo de São Jorge e descemos no já tradicional Tuk Tuk, que agora é a condução favorita de turistas e nativos.

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