Contando Viagens - Leste Europeu
Chegamos a Praga, como disse no capítulo anterior, por volta das 16 horas, hora local, o que nos colocava na estrada por pelo menos 16 horas, onze do Rio a Paris, e em voo da KLM com 1.40h de duração no trecho, e pouca espera no aeroporto de Paris, deduzo que chegamos a capital tcheca ainda a tempo de um almoço depois do banho restaurador, dormir nunca senão o fuso horário derruba qualquer mortal,
E começamos o giro, no dia seguinte, e sabem o que de melhor aconteceu? Nevou logo nas primeiras horas da manhã, vimos pela janela do hotel, e mais tarde, visitando a Catedral de São Vito, a mais bela do país, sentimos os primeiros pingos e as primeiras camadas de neve, ficamos extasiados.
Um momento incrível, os turistas param para ouvir o som dos carrilhões e ver a movimentação dos bonecos que são ponteiros, Orloj, nome da peça, foi inaugurado em 1410 e está em perfeito estado até hoje. Dali fomos conhecer o interior da Catedral de São Vito e ver de perto o Altar em honra a Nossa Senhora Aparecida, foto abaixo, que é venerada também na República Tcheca.
No meio do caminho tinha Cesky Krumlov, uma cidadela medieval, uma das mais antigas do mundo, tombada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, e fica na região da Boêmia do Sul, e é de uma beleza inigualável, frio, neve e muita lama na entrada mas na cidade uma limpeza, sem medo de dizer, perfeita. Por ali almoçamos, massa italiana feita na hora e, podem anotar, a melhor pasta que comi
E daí mais um pouco de estrada até chegar a Bratislava, onde ficamos também por pouco tempo porque o destino final seria Viena e ainda tínhamos que subir os Montes Tartas, do lado da Eslováquia, para ver uma estação de ski, Donovaly, e e neve nos pegou logo após descermos do ônibus e por pouco não ficamos atolados nas montanhas mais conhecidas do Leste da Europa (fofo ao lado).
No próximo capítulo, Viena e Budapeste serão retratadas por aqui.
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