Contando Viagens - Chile e Argentina

 


Saímos do Aeroporto Arturo Merino Benitez, em Santiago do Chile, no dia 20 de setembro de 2010 e descemos no Aeropark, em Buenos Aires, para outros quatro dias de passeio, o primeiro pela América do Sul, e com um misto de tristeza, por deixar o belo Chile, por onde andamos nas Andes e no Pacífico, e de alegria, por chegar a Argentina, um velho desejo nosso em conhecer Buenos Aires e navegar pelo Rio da Prata. 

No hotel apenas para um banho e saímos pela Calle Florida para fazer aquele reconhecimento do terreno, como eu sempre disse nas narrações do futebol, e andamos por ali tentando começar um roteiro para o dia seguinte, que incluia um City Tour, mas a primeira parada foi mesmo a Casa Rosada, sede do governo argentino, e seu belo monumento que chama atenção logo que você entra na Plaza de Mayo. 

Segundo dia seria cheio, conheceríamos o bairro de La Boca, reduto do Boca Júniors e de Maradona, a lenda do futebol argentino, e, mais uma vez "impedimento", havaria jogo à noite, em La Bombonera e, claro, as visitas estavam proibidas e o jeito foi ficar nas proximidades, conversando com os torcedores boquistas e assistindo o espetáculo ao ar livre de dançarinos de tango acomlpanhados por violão e acordion, que por lá chamam de bandoleon. 

Uma noite bem aproveitada, não fomos a casa de tangos e preferimos um jantar bem ao estilo dos hermanos, chorizo, salada e um bom vinho para complementar e depois um giro pelas imediações de San Telmo e Recoleta para conhecer um pouco mais da noite portenha. 

Rio da Prata estava nos esperando e quando o guia nos chamou, na portaria do hotel, sinceramente eu dei uma tremida de emoção, afinal era mais um dos desejos do jovem Adilson lá pela minha Miracema, sair de Buenos Aires até Montevidéu navegando pelo Plata, mas fomos apenas até San Isidro, passando por Tigre, conhecendo o delta e sentindo como é duro navegar nos dias atuais pelos rios que outrora eram navegados por grandes embarcações. 

Retornamos de trem de San Isidro até Tigres, passeamos pela cidade, conhecemos o campo de Polo, um dos esportes mais sofisticados e praticados no país, e terminamos o dia em Porto Madero, repetindo o belo almoço da véspera com um merlot tipicamente argentino. 

E foi só,  quatro dias na terra de Peron e do tradicional Aeroporto de Eceisa voamos até São Paulo e dali para o Rio de Janeiro, completando nossa terceira viagem internacional. 

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