Contando Viagens - Europa 2011

Penúltima perna do roteiro da TAM/CVC de novembro 2011 começava a ser concretizada, saímos de Bruxelas, pouca distância para um novo país a ser conhecido, Holanda, e chegamos na cidade que pode ser chamada de Capital Jurídica do Mundo, e que está a oeste dos Países Baixos e próximo ao Mar do Norte, e foi por aqui que brilhou o baiano Ruy Barbosa, chamado Água de Haia, pelos juristas de todo o mundo que participaram daquele famoso evento quando fez a defesa dos direitos de igualdade dos estados, em outubro de 1907. 

Estivemos no Palácio da Justiça, (foto acima) foi nossa última visita naquela manhã de novembro, antes andamos para conhecer os principais pontos turísticos, pausa para fotos no Palácio da Justiça e outros locais, e fiz por ali uma das minhas belas fotos, aqui ao lado, pode não ser a maravilha, mas é interessante pela posição do pássaro na cabeça do grande general holandês. 

Mas a visita foi curta, apenas algumas horas, precisavamos chegar a Amsterdã antes do anoitecer para admirar os Moinhos, tradicionais postais do país dos diques e flores, e foi nosso primeiro encontro com a capital holandesa (foto ao lado). 

Seriam três dias apenas nos Países Baixos, e teriam que ser bem aproveitados, fizemos um bate/volta bem legal logo na manhã seguinte, fomos a uma colônia de pescadores, Volendam, onde os diques são fundamentais, e visitamos uma fazenda leiteira, ali estavam verdadeiros gados holandeses, uma queijaria e uma vila bem cuidada, bem ornamentada, chamada Marken, o mesmo nome da cidade onde está localizada a maior fazenda queijeira da Holanda. 

O retorno a capital foi marcado pela boa surpresa, a guia conseguiu que fizéssemos dois passeios bem interessantes, o primeiro conhecer a Rua Vermelha, a famosa casa de garotas de programa de Amsterdã, onde as meninas se exibem em janelas fechadas e recebem as visitas por portinholas só abertas depois dos depósitos efetuados. E, em seguida, o passeio de barco pelos canais da capital holandesa apreciando a cidade e conhecendo os pontos principais, como a Casa de Anne Frank. 

No dia seguinte, já pela manhã, o sol ainda não tinha chegado a Amsterdã, saímos para atravessar a Floresta Negra, já em território alemão, para chegamos a Colônia. 

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