Contando Viagens - Europa 2011
Em menos de quarenta minutos já estávamos do outro lado, quase na fronteira da França com a Bélgica, o trem que transportou nosso ônibus percorreu os cinquenta quilômetros de uma margem a outra em 38 minutos cravados no meu cronômetro e até pegarmos a auto estrada em torno de uma hora.
E lá fomos nós novamente pelas estradas da Europa e o destino primeiro seria Bruges, a bela cidade medieval, conhecida como a Veneza do Norte, onde ficaríamos pouco tempo, o suficiente para o repouso do motorista e de nós, turistas passearmos pelas belas ruas do lugar apreciando os canais, por isto chamada de Veneza, que cortam a cidade.
Novamente na estrada e a tempo de ver uma ação rápida da Polícia Rodoviária Belga, um bêbado, dirigindo um caminhão de carga, fazia de tudo para ter um acidente, nosso motorista comunicou o fato pelo rádio e em dois minutos o cidadão e seu veículo já estavam cercados e detidos pela polícia, e sem susto chegamos a Bruxelas, já anoitecendo, e por isto descemos para ver a iluminação da mais bela, segundo os guias, praças do mundo, a Grand Place de Bruxelas, linda é pouco para qualificar esta praça suntuosa que só assistindo a um filme para observar um todo, as fotos são belas, mas não retratam todo o cenário da Grand Place.
Hotel para um jantar, por conta da Europamundo, e experimentar a famosa cerveja belga, uma das melhores e mais famosas do mundo. E por aí entra uma história de um cervejeiro que não acreditou no maitre, um brasileiro de Varginha/MG, que avisou: - Moço, cuidado com o teor alcóolico destas cervejas, elas enganam.
Jantamos, um belo bife bem preparado, "forrei o estômago", Marina subiu e disse: - Calma na cerveja, hem! Amanhã temos que sair cedinho. - Tudo bem, disse eu, experimentei apenas uma ou duas. E me sentei com o brasileiro de Varginha, que me trouxe a primeira dizendo que era 8% de teor alcoólico, a segunda, 12% e a terceira, a espetacular Lefter que me deixou empolgado. Subi pelo elevador e cheguei ao meu quarto, e ao chegar Marina percebeu que havia passado do ponto: - Não tire a roupa, não sente e nem tome banho, deite rápido antes que apague aí no chão.
Dormi o sono que precisava e acordei pela manhã sabendo que Haia, na Holanda, no esperava, mas ainda teve um tempinho para mais uma visita a um monumento famoso, o Atomium, símbolo da economia belga e que é ponto de parada, como o Manequinho, nas proximidades da praça onde paramos para nos abastecer de chocolate belga, bem amargo, para curar o excesso de cerveja e trazer para o Brasil.
No próximo capítulo a Holanda, dos diques, das flores e dos belos canais.
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