E chegamos a Paris, voando TAM, no Aeroporto Charles De Gaulle, em 12 de novembro de 2011 quando o frio já começava a chegar de verdade no continente europeu e os parisienses já estavam elegantes e a cidade, já cinzenta como o céu de inverno, abria as portas novamente para o casal que começava a gostar de voos mais altos e fazíamos o seu segundo giro pelo continente e o terceiro roteiro internacional.
Ainda era madrugada, seis horas da manhã descemos na pista do aeroporto internacional de Paris e a passagem pela imigração foi rápida, sem problemas algum e em pouco tempo já estávamos no ônibus da Europamundo com destino a nosso hotel, no bairro da Bastille, um dos mais animados da Cidade Luz e onde poderíamos ter os bistrôs e restaurantes mais bem frequentados da capital francesa.
Aquele tradicional City Tour, obrigatório e sempre bem-vindo, o passeio pelo Bateaux Mouche, também obrigatório e bem-vindo, Louvre, Notre Dame, Montmartre e Montparnasse, visitados e devidamente fotografados, e, claro, a subida até o terceiro andar da Torre Eiffel, que não conseguimos em 2008, e a volta a Versalhes, desta vez adentrando ao Salão dos Espelhos para conhecer o luxo e a riqueza da corte francesa liderada pelo Rei Sol, Luís XIV.
Dois dias intensos, programa quase que de hora em hora e, quando não havia, eu e os dois casais que nos seguiram até o final da viagem, procurávamos fazer, como a ida até aqueles bistrôs citados acima e andar sem destino pela Champs Elysee para ver o movimento da maior e mais famosa avenida parisiense.
Terceiro dia, bem cedo, hora de partir para Inglaterra e, acreditem, atravessando o Canal da Mancha saindo de Calais,no Norte da França, de onde sairíamos em um Ferry Boat com destino a Dover, na Inglaterra. Foram noventa minutos de tortura, vento forte, embarcação "batendo" demais e passageiros sentindo mau estar e nós, eu e Marina, quietos em um cano e sequer fotagrafia conseguimos fazer, apenas esta no lado direito.
Dover, uma distância de aproximadamente 130km que foi percorrida com aulas da guia sobre o país e a região sudeste, de onde saímos para chegar a capital, Londres, onde ficaríamos por três dias e duas noites para um city tour, visita ao Palácio de Buckingham, onde assistimos a troca da guarda, um espetáculo à parte, e depois passeamos pelo centro histórico, Marina andou na famosa Roda Gigante, a London Eye, e eu apenas observei e fiquei caminhando admirando o Parlamento Inglês, o Big Ben e todo o entorno do local em que ficamos por quase duas horas.
Dia seguinte o roteiro oferecia a cidade de Windsor, residência da família real, e onde está erguido o Palácio de Windsor, uma das obras de arte super bem conservadas pelo patrimônio histórico inglês e encerramos a estada por lá com uma visita guiada pelo castelo e conhecendo um pouco da Família Real.
Fim de linha para muitos companheiros de viagem e, para nós, apenas a metade do caminho, no próximo capítulo Bélgica e Holanda.
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