Porre em Bruxelas
Claro que muitos passeios e histórias poderiam ser contados sobre este país e sobre essas duas cidades belgas, mas confesso que lembrar da nossa estada por lá marcada por um memorável pileque de cerveja é bem mais divertido.
Experimentei praticamente todas as marcas que encontrei pela frente e, mesmo sabendo que o teor alcoólico das cervejas belgas era o dobro — ou, em alguns casos, quase o triplo — das nossas, fui saboreando uma a uma.
Quando subi para o quarto, ouvi a ordem em tom firme: “Nem se atreva a entrar no banho. Deite assim mesmo e evite um acidente na banheira.”
Era Marina, precavida como sempre, cuidando de mim e percebendo que o estado do marido, naquela noite, estava longe do normal.
Obedeci. Dormi até o dia seguinte, quando finalmente encarei a banheira e, além de curar o porre, tratei também de colocar em dia a higiene que havia ficado para trás na noite anterior.
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