Capítulo 17

 Sem dúvida alguma começamos, naquele 02 de abril de 2013, o trecho mais bonito e o que mais emoção aflorou no grupo e, principalmente, em nós, eu e Marina, que esperávamos o momento de chegar a cidade do Papa João Paulo II e depois conhecer o local da maior barbárie do mundo moderno, Auschwitz, mas isto conto mais abaixo um pouco porque ainda estamos seguindo para Hungria, na bela estrada ainda tomada pela neve, nas laterais e nos campos, e o visual era realmente encantador. 

Chegamos a Budapeste nem sequer descemos do ônibus, o hotel avisou ao nosso guia que o check in seria apenas após as 12 horas e, claro e evidente, o tempo teria que ser preenchido e o City Tour pela capital da Hungria foi antecipado e subimos até a parte alta, Buda, que vem do povo Obuda, e fica do lado ocidental e foi a antiga capital do Reino Medieval da Hungria e é separada do outro lado, Peste, que anteriormente era apenas um vilarejo, pelo Rio Danúbio. 

Caminhamos a pé, andamos pelos principais cafés e escolhemos um, que agradou Marina, por ser também uma livraria e biblioteca bem no estilo dos tempos de Sissi, a Imperatriz, que foi a soberana mais reconhecida do Império Austro-Hungaro. Visitamos o Parlamento Húngaro, que se fizermos comentários maiores sobre a suntuosidade do lugar tomaríamos três capítulos especiais deste diário de viagem. 


E, por falar em luxo e beleza, um parágrafo para contar de nossa alegria de adentrar ao Café mais bonito, segundo a crônica especializada, da Europa,. o New York Café Budapeste, sem palavras para descrever este lugar, diferente do Parlamento, mas chique e especial para quem visita este lugar, principalmente naquele dia em que a neve transformou toda Budapeste ainda mais linda e charmosa. 

Um sono dos justos, exautos pela movimentação, que começou às sete da manhã, quando deixamos Viena com destino a Budapeste, depois de um bom vinho no New York Café e uma caminhada bem legal até o hotel, o sono chegou e nos preparamos para grande emoção da manhã seguinte. 

Bem cedinho já despertamos com o telefone tocando avisando que já era hora de levantar, fazer o desjejum, um baita café da manhã no Ibis Budapeste Centrum, em Ferrenkvaros, bairro que empresta o nome a um dos grandes times do futebol húngaro, e como coração preparado começamos aquilo que foi o grande momento da viagem, o Cruzeiro pelo Rio Danúbio, almoço a bordo e toda visão dos dois lados de Budapeste, um sonho realizado e guardado a sete chaves nos álbuns de fotos e no coração do casal viajante. 

Mais passeios e à noite uma pausa para um jantar especial, comida típica dispensada e um bacalhau foi escolhido como prato principal regado a um bom vinho italiano. E, na manhã seguinte, Wadowice, na Polônia, seria nosso destino inicial do giro por três dias naquele país. 

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